Abu Dhabi-2018: o ocaso de Alonso, 11º em Yas Marina

Fernando Alonso disputou sua 312ª e (provavelmente) última corrida em Yas Marina, palco do GP de Abu Dhabi

Fernando Alonso fez sua 312ª e (provavelmente) última prova em Yas Marina, no GP de Abu Dhabi

Sem o brilho de outrora, Fernando Alonso Díaz deu fim à sua laureada carreira na Fórmula 1 no último domingo em Yas Marina, palco do GP de Abu Dhabi de 2018. Assim como durante as últimas quatro temporadas na McLaren, o espanhol perambulou no meio do pelotão da categoria até a bandeira quadriculada. Apesar do esforço (algo que sempre lhe foi peculiar), Alonso terminou a corrida do Oriente Médio em 11º lugar. Fernando não pontuou, ficando a apenas um de atingir a marca de 1.900 pontos na categoria. O top 10 na despedida não veio. Entretanto, sua valentia e, sobretudo, seu comprometimento dentro de um cockpit, foram exibidos constantemente no circuito dos Emirados Árabes. De fato, o termo ‘combatividade’ se mistura ao nome do asturiano, que em 312 GPs disputados desde 2001, conquistou dois títulos mundiais (2005 e 2006), 32 vitórias, 97 pódios, 22 pole positions, 23 melhores voltas, 1.767 voltas lideradas e, acima de tudo, o respeito do mundo do esporte a motor mesmo nos piores resultados.

Alonso vivenciou um desfecho digno de sua trajetória na F1. Todas as homenagens do circo, diversas menções de adversários, fãs e personalidades. Tudo isso deixou transparecer um fato: Fernando saía do grid como um dos grandes da história da categoria no século 21. Ele não precisava fazer mais nada – seu legado já estava consolidado. Em Yas Marina, o espanhol tinha apenas uma pretensão: dar um basta às frustrações recentes na McLaren. Sair de Abu Dhabi era deixar o calvário que se tornou sua carreira na F1. Em que pesem as polêmicas em que se meteu com as equipes que defendeu durante sua trajetória na categoria, o castigo foi pago com juros e correção monetária em sua segunda passagem pelo time de Woking. Com a mente livre, o bicampeão foi à pista fazer o que melhor sabe: acelerar, ainda que um carro que não estivesse à altura de seu talento.

De 2015 a 2018, Alonso sofreu no cockpit da McLaren: despedida seria uma libertação do 'calvário'

De 2015 a 2018, Alonso sofreu no cockpit da McLaren: despedida seria uma libertação do ‘calvário’

Na sexta, dia dos primeiros treinos livres em Yas Marina, Alonso ficou com um modesto 13º lugar. O asturiano anotou 1m38s725, ficando 1s213 à frente de seu companheiro de McLaren, Stoffel Vandoorne. Assim como Fernando, o belga se despedia da McLaren para competir na Fórmula E na temporada 2018/19. Vandoorne fez 1m39s938, o que lhe rendeu a 18ª posição. A marca de Fernando foi 1s489 mais lenta que a obtida por Valtteri Bottas (Mercedes), o mais veloz da sexta no circuito do Oriente Médio – o finlandês alcançou 1m37s236 como melhor marca. Após as sessões livres, o bicampeão avaliou o desempenho do MCL33 e sacramentou: seria mais um fim de semana difícil para ele e para a McLaren.

“O primeiro treino livre não era muito representativo, então nos deu um pouco de tempo para experimentar algumas coisas para o conceito do próximo ano em termos de desenvolvimento de carros. No segundo, nos concentramos mais neste final de semana, testando dois tipos de pneus e obtendo algumas informações úteis. Estaremos mais preparados para amanhã (sábado) e veremos onde estamos. Se a pista estiver muito quente amanhã (sábado) para o terceiro treino livre, faremos mais alguns testes do ano que vem e esperamos reunir boas informações para a equipe. Este fim de semana vai ser difícil para nós. Nós precisamos ser realistas. Sexta-feira é normalmente um pouco melhor, pois as equipes estão escondendo o jogo. Por tudo isso, esperamos que a classificação seja muito difícil”, disse o espanhol.

Com a McLaren com detalhe das cores de seu capacete, Alonso conseguiu a proeza de avançar para o Q2 em Yas Marina

Com a McLaren com as cores de seu capacete, Alonso conseguiu avançar para o Q2 em Yas Marina

A preocupação de sexta se tornou realidade no sábado. O MCL33 ficou para trás no qualifying do GP de Abu Dhabi. O temor era que, em seu último quali na F1, Fernando fosse eliminado logo na primeira fase da sessão. Contudo, o espanhol salvou uma volta mágica e conseguiu um lugar no Q2. Entretanto, esse era o limite para o MCL33. Alonso ficou em 15º, com 1m37s743. A marca do asturiano foi 0s634 melhor que a obtida por Vandoorne, 18º com 1m38s577. Pela 21ª vez em 21 corridas da temporada 2018, o veterano largaria na frente do belga – uma marca para ser celebrada e exaltada. “Estou feliz com o meu ano perfeito em termos de classificação. Foi 21 a 0 com o mesmo carro, o que eu acho que ninguém fez antes. Estou feliz, pelo menos, com esse bom sabor”, disse. Em contrapartida, o bicampeão ficou 2s949 de Lewis Hamilton (Mercedes), pole do GP de Abu Dhabi com 1m34s794.

Após os treinos de Yas Marina, Alonso revelou ter sido surpreendido por ter conquistado um lugar na fase secundária do qualifying. “Não estávamos otimistas em relação às nossas chances de chegar ao Q2, já que não fomos muito competitivos em nenhuma das sessões neste fim de semana, então foi uma boa surpresa. Eu estava me esforçando bastante nessa volta de classificação – me senti bem. Começamos cinco posições longe dos pontos amanhã (domingo) e esperamos que possamos nos beneficiar de alguma ação à nossa frente. No ritmo puro, talvez não estejamos no top 10, mas quem sabe boas coisas não acontecem amanhã (domingo)?”, observou Fernando. Sobre a expectativa da última corrida na F1, o bicampeão foi enfático. “Do lado de fora do carro, muitas emoções e muitos bons toques aqui e ali. Quando eu colocar o capacete e entrar no carro, vou tratá-lo como a última vez, e vou tentar aproveitar e fazer o meu melhor”.

Largada do GP de Abu Dhabi de 2018: Alonso escapou de confusões e subiu para 14º

Largada do GP de Abu Dhabi de 2018: Alonso escapou de confusões e subiu para 14º

A corrida

Domingo, 25 de novembro de 2018. O Autódromo de Yas Marina, em Abu Dhabi, não seria palco de um pôr do sol. O circuito do Oriente Médio seria cenário do ocaso da brilhante carreira de Fernando Alonso. Alinhado em 15º lugar, o espanhol calçava pneus ultramacios no grid – os mais aderentes e menos duráveis do fim de semana. Com essa estratégia, o bicampeão esperava estender ao máximo sua permanência na pista, a fim de ganhar posições e beliscar algum ponto no fim do GP de Abu Dhabi. A largada também preocupava o asturiano – afinal, qualquer imprevisto poderia significar o fim precipitado de sua carreira na F1. Quando as luzes vermelhas se apagaram, Alonso partiu de forma cautelosa. Tanto que, na curva 1, preferiu espalhar o carro para fora da pista a dividir com os adversários. Assim, perdeu uma posição para Pierre Gasly (Toro Rosso). Depois, ganhou uma de Kevin Magnussen (Haas).

Contudo, ainda na primeira volta, um toque entre Romain Grosjean (Haas) e Nico Hulkenberg (Renault) fez com que o alemão capotasse. Apesar da impressionante cena, Hulk nada sofreu. O safety car ingressou na pista para a retirada do Renault de Nico. Com o abandono de Hulkenberg, Alonso ocupava a 14ª posição ao fim da volta 1. Apenas na volta 5, a corrida foi retomada. Fernando se manteve em 14º até a volta 7, quando um problema elétrico deu fim à trajetória de Kimi Raikkonen (Ferrari) na Scuderia – em 2019, o finlandês ocupará o lugar de Charles Leclerc na Sauber. Com Raikkonen fora, o bicampeão assumiu a 13ª posição. Para a retirada da Ferrari, a direção de prova acionou o VSC – virtual safety car. Com isso, Charles Leclerc (Sauber) e Grosjean anteciparam suas paradas e foram aos boxes, fazendo com que Alonso ganhasse o 11º lugar.

Alonso, à frente de Grosjean: espanhol tentou estender sua permanência na pista

Alonso, à frente de Magnussen: espanhol estendeu sua permanência na pista para alcançar o top 10

A bandeira verde voltou a tremular em Yas Marina na volta 9. Em 11º, Fernando estava a 1s2 de Gasly, o 10º, e tinha 1s2 de vantagem sobre Leclerc, o 12º. O ritmo do espanhol da McLaren era parecido com o dos seus rivais. Dessa maneira, o asturiano só ganharia posições na base da tática de corrida. Enquanto tentava estender sua permanência na pista, Alonso via os adversários pararem nos boxes. Na volta 19, Esteban Ocon (Force India) fez seu pit stop. Com a parada do francês, o bicampeão ascendeu à zona de pontuação, figurando em 10º, a 1s8 de Gasly, o nono. Na volta 25, Marcus Ericsson (Sauber) sofreu com a perda de potência do motor Ferrari, o que o obrigou a abandonar. Assim como o espanhol, o sueco fazia sua despedida da F1 – seu lugar será ocupado pelo italiano Antonio Giovinazzi em 2019. Sem Ericsson, Alonso subiu para nono.

Todavia, o asturiano sofria com a pressão de Leclerc. Com pneus mais novos, o monegasco pressionava o piloto da McLaren. Na volta 26, Charles ultrapassou Fernando. Foi a deixa para que o time de Woking chamasse Alonso para sua única troca de pneus. Ao ingressar nos boxes, na volta 28, a equipe sacou os ultramacios e colocou os compostos supermacios. Foi o último pit stop do espanhol na F1. No retorno à pista, Fernando se viu na incômoda 17ª – e última – posição em Yas Marina. Na volta 32, Alonso ultrapassou Sergey Sirotkin (Williams) e assumiu a 16ª posição. Na 34, tomou o 15º lugar de Brendon Hartley (Toro Rosso). Com o pit stop de Stoffel Vandoorne (McLaren), na 36, o bicampeão passou a ocupar a 14ª colocação.

Estratégia da McLaren não surtiu efeito, e Alonso despencou na classificação

Estratégia da McLaren não surtiu efeito, e Alonso despencou na classificação

Depois da parada de Lance Stroll (Williams), na 41, o asturiano subiu para 13º. Mas ainda era pouco. Pontuar havia se tornado uma missão quase impossível. Para piorar, naquele instante, Alonso tomava uma volta de Lewis Hamilton (Mercedes), o líder da prova. Só com muita sorte o espanhol sairia de Yas Marina na zona de pontos. Na volta 44, Ocon abandonou com problemas no motor Mercedes da Force India. Foi a última prova do francês no time – em 2019, ele será piloto de testes da Mercedes. Duas voltas depois, Gasly também abandonou com falha de motor. Foi a última corrida do francês pela Toro Rosso – em 2019, Pierre estará na Red Bull. Sem os dois franceses, Fernando subiu para 11º.

A esperança voltou a tomar conta da McLaren. E o melhor: a diferença em relação a Magnussen, o 10º, começava a ser reduzida. Na volta 50, o engenheiro de Alonso avisou pelo rádio: “Fernando, há um ponto para alcançar, vamos para cima”. Prontamente – e bem ao seu estilo -, o bicampeão respondeu: “eu tenho 1.800 pontos”. Mas o engenheiro não se deu por vencido: “bem, por mim, faça 1.801”. Na verdade, Alonso somou 1.899 pontos na carreira. Se ultrapassasse Magnussen, alcançaria 1.900. O espanhol se esforçou. Porém, abusou. Por três voltas consecutivas, cortou a chicane da curva 8. Dessa forma, a direção de prova acabou punindo Fernando com 5s de acréscimo ao seu tempo de corrida. Era o fim da possibilidade de pontuar na despedida. Alonso teve que se conformar com a 11ª posição em sua derradeira apresentação na Fórmula 1.

Após a bandeirada, Hamilton e Vettel escoltaram Alonso. No fim, um show de 'zerinhos'

Após a bandeirada, Hamilton e Vettel escoltaram Alonso. No fim, um show de ‘zerinhos’

A vitória no GP de Abu Dhabi de 2018 ficou com Lewis Hamilton (Mercedes). Foi o 73º triunfo na carreira do britânico, que somou 11 vitórias e incríveis 408 pontos na temporada – recorde absoluto com esta regra de pontuação, vigente desde 2010. Sebastian Vettel (Ferrari) ficou em segundo, e Max Verstappen (Red Bull) completou o pódio. Distante do palco de cerimônia, Alonso foi surpreendido com a atitude dos dois primeiros colocados. Hamilton e Vettel, dois de seus principais rivais na Fórmula 1, fizeram questão de escoltar Fernando pela volta final em Yas Marina. Na reta dos boxes, os três fizeram ‘zerinhos’ (ou donuts) diante do público, para delírio do circo. Ali estavam 11 títulos mundiais de Fórmula 1. Ali, estava o trio que melhor resume a história da categoria no século 21.

Após deixar o carro, Hamilton abraçou Alonso e disse o que pensava sobre a despedida de seu ex-companheiro de equipe – ambos protagonizaram uma batalha homérica dentro da McLaren em 2007: “Fernando é uma verdadeira lenda. Foi um privilégio correr junto com ele. Me perguntaram durante todo o final de semana se sentirei falta dele. Não sinto que vou sentir falta de outro piloto, mas o esporte vai sentir sua falta e vou sentir falta dele no esporte”, observou Lewis. Já Vettel corroborou com as palavras do pentacampeão. “Fernando fez um bom trabalho. Vamos sentir falta dele”. O bicampeão devolveu a gentileza e agradeceu pelas palavras dos multicampeões: “Obrigado Lewis e Sebastian pela volta final juntos. Foi muito emocionante. Eu tenho muito respeito por eles, eles são grandes campeões e eu me sinto muito privilegiado por ter corrido com eles durante a maior parte da minha carreira”.

Hamilton, Vettel e Alonso: trio conquistou 11 dos 14 títulos mundiais disputados desde 2005

Hamilton, Vettel e Alonso: trio conquistou 11 dos 14 títulos mundiais disputados desde 2005

De pronto, ‘a ficha não caiu’ para Alonso sobre o que ele viveu no fim de semana em Yas Marina. “Foram dias muito intensos e bons. Acho que ainda preciso de alguns dias para assimilar tudo. Eu estava muito ocupado, focado no carro, e não tive tempo para pensar sobre o que estava acontecendo. Hoje (domingo) foi uma boa corrida, concentrando no gerenciamento de pneus, economia de combustível e luta por pontos até a última volta. Toda a minha carreira eu sempre lutei, às vezes em carros competitivos, às vezes não, mas nunca desisti. Estou orgulhoso do que conquistei e por ter corrido pelas melhores equipes do mundo. Obrigado aos meus fãs e a todas as pessoas que me seguiram nos últimos 18 anos. Senti muito apoio e respeito por mim e isso é algo que levo muito a sério. Eu me sinto honrado. Mas eu não vou parar de correr. Eu amo o automobilismo, então não desistam de mim”, concluiu o bicampeão.

Para o ex-parceiro Trulli, Alonso teve desfecho melancólico por conta de sua "personalidade forte"

Para o ex-parceiro Trulli, Alonso teve desfecho melancólico por conta de sua “personalidade forte”

Impressões

A retirada de Fernando Alonso da F1 rendeu diversos pontos de vista de personalidades que conviveram diretamente com o bicampeão. Companheiro do espanhol na Renault em 2003 e 2004, Jarno Trulli ressaltou que a personalidade forte de Alonso lhe trouxe muitos problemas no fim de sua trajetória na categoria. “Alonso foi um grande companheiro de equipe, mas ele tinha um caráter muito forte”, disse Trulli ao site Omnisport. “Na equipe, não foi fácil administrar, não apenas como piloto, mas como pessoa. Isso foi demonstrado durante sua carreira. Infelizmente, isso levou-o a uma situação em que ele não teve mais oportunidades, apesar de ser um dos melhores. Ele não tinha um carro competitivo para ficar na Fórmula 1, então ele foi obrigado a se aposentar, mesmo que esse tempo venha para todos”, analisou o italiano.

Alonso discordou da opinião de Trulli. Além disso, o asturiano refutou daqueles que afirmam que ele tomou más decisões no gerenciamento de sua carreira. “Max Verstappen é um grande talento, mas tem zero títulos. Daniel Ricciardo, zero título. Vettel com a Ferrari, zero título. Nico Hulkenberg, zero pódio. Mas ninguém diz que eles fizeram escolhas ruins na carreira”, declarou Fernando à RTBF. Para o italiano Flavio Briatore, que gerenciou a carreira do espanhol e chefiou Alonso nos áureos tempos da Renault, o problema de Fernando foi um só: “Ele teve quatro anos genuinamente frustrantes com uma performance ridícula da McLaren”. Na concepção de Briatore, se o bicampeão estivesse na Ferrari em 2018, ele alcançaria o título. “A Ferrari teria ganho o título com Fernando este ano, sem dúvida. Com Fernando, se ele tem um carro para ficar em terceiro, ele é o terceiro. Se ele tem um carro para ganhar, ele vence. E muitas vezes ele tem sido maior que o carro”.

O futuro de Alonso está longe da F1: objetivo é conquistar a Tríplice Coroa. Para isso, fará a Indy 500 em 2019

Objetivo principal de Alonso passa a ser conquistar a Tríplice Coroa. Para isso, só falta a Indy 500

Sobre o futuro, Alonso pouco falou. A princípio, fará a temporada da WEC e correrá as 24 Horas de Daytona e as 500 Milhas de Indianapolis de 2019. E depois? O bicampeão não descartou a possibilidade de um retorno à F1. “Agora eu não estou pensando em voltar, com certeza. Mas não sei como me sentirei no ano que vem. Acho que preciso do intervalo agora, 2019 preciso de desafios diferentes. Eu quero lutar pela Tríplice Coroa, a Indy 500 e outras corridas icônicas. Mas para 2020, talvez eu sinta a necessidade de fazer um calendário completo em algo: talvez Indy, talvez Fórmula 1, eu não sei. Talvez seja a hora de voltar ou talvez eu goste tanto no ano que vem que eu não voltarei”, observou o bicampeão. Segundo Briatore, Fernando tirará um ano sabático em 2019. Depois, observará o mercado para saber se retornará à F1 em 2020.

Independentemente de voltar à F1 ou não, o espanhol deixou sua marca na categoria. Que tenha sucesso nas pistas do mundo afora. Afinal, quem nasceu para ser “racer”, sempre será respeitado – dentro ou fora do ‘circo’.

"Gracias, Fernando"

“Gracias, Fernando”

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Sobre contosdaf1

Desde 1981, um amante de automobilismo. E veio desde o registro, quando no cartório seu pai foi questionado se queria colocar o nome "Willians" no garoto. "Esse é o nome de uma escuderia. Pode dar problema para ele no futuro", disse a escrivã. Hoje em dia, a equipe Williams voltou a se destacar, enquanto o menino segue o destino. Jornalista, nascido em Santos, cobriu os GPs do Brasil de 2005 a 2009 em Interlagos pelo jornal A Tribuna. Acompanha a Fórmula 1 religiosamente desde 1986. Pretende fazer isso até seus últimos dias. Afinal, o faz desde o primeiro.
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