Bahrein-2018: Gasly encanta e põe Toro Rosso-Honda no top 4

Pierre Gasly caiu nas graças da Toro Rosso e da Honda ao conquistar um impressionante quarto lugar em Sakhir

Pierre Gasly caiu nas graças da Toro Rosso e da Honda ao conquistar um incrível 4º lugar em Sakhir

O rosto alegre remetia imediatamente a um garoto feliz com um feito grandioso. Embora debaixo do capacete parecesse um veterano no controle de todas as ações, Pierre Gasly era o menino mais contente do paddock de Sakhir, palco do GP do Bahrein de 2018, disputado no último dia 8 de abril. O piloto de 22 anos exibiu no Oriente Médio uma invejável regularidade na pista. Em apenas sua sétima corrida, Gasly encantou a Fórmula 1 pela forma como conduziu seu Toro Rosso-Honda no circuito barenita. Durante todo o fim de semana, Pierre foi consistente a bordo do STR13 impulsionado pelo tão contestado propulsor japonês. Ao levar seu bólido azul e vermelho a um impressionante quarto lugar em Sakhir, o francês não só pontuou pela primeira vez na categoria máxima do automobilismo, como também deixou a escuderia de Faenza em êxtase e a montadora nipônica cheia de orgulho.

O top 4 de Gasly no Bahrein entrou para o rol dos melhores resultados da história da Toro Rosso. Além da vitória de Sebastian Vettel no GP da Itália de 2008, em Monza, os mais altos desempenhos do time vieram com quartas colocações – foram cinco: dois de Vettel (nos GPs da China de 2007, em Xangai, e do Brasil de 2008, em Interlagos), dois de Max Verstappen (nos GPs da Hungria, em Hungaroring, e dos Estados Unidos, em Austin, ambos em 2015) e um de Carlos Sainz Jr. (no GP de Cingapura de 2017, em Marina Bay). Pierre, portanto, deu à escuderia de Faenza o sexto 4º lugar e o sétimo top 4 de sua história.

Em Sakhir, Gasly obteve o melhor resultado com um carro impulsionado por motor Honda desde 2008

Em Sakhir, Gasly obteve o melhor resultado de um carro impulsionado pela Honda desde 2008

Além disso, o jovem francês conquistou a melhor posição de um carro impulsionado por motor Honda em quase 10 anos – desde o terceiro lugar de Rubens Barrichello (Honda) no GP da Inglaterra de 2008, em Silverstone, os nipônicos não obtinham resultado tão expressivo. Mas o melhor para a montadora japonesa foi o fato de, em apenas duas corridas em parceria com a Toro Rosso, superar os melhores resultados dos três anos de vínculo com a McLaren – com Fernando Alonso, obteve três quintos lugares (no GP da Hungria de 2015, em Hungaroring; no GP de Mônaco de 2016, no Principado; e GP dos Estados Unidos de 2016, em Austin).

Todas essas marcas preenchem o currículo de Gasly, um francês que há muito tempo vem militando no automobilismo. Nascido em 7 de fevereiro de 1996, em Rouen, Pierre iniciou no kart com 10 anos. Em 2010, foi vice-campeão europeu da categoria. Do kart, migrou para os monopostos. Em 2011, ficou em terceiro na Fórmula 4 Francesa. No ano seguinte, se transferiu para a Fórmula Renault. Em 2013, alcançou o título do Campeonato Europeu da categoria (série 2.0). Após a conquista, subiu mais um degrau, passando a disputar a Fórmula Renault 3.5. em 2014. A ascensão de categoria se deveu ao seu ingresso no Time de Desenvolvimento da Red Bull. Em sua temporada de estreia, foi vice-campeão, sendo superado somente por outro membro do Time de Desenvolvimento: Carlos Sainz Jr..

Antes de chegar na Toro Rosso, Gasly foi campeão da Fórmula Renault e da GP2

Antes de chegar na Toro Rosso, Pierre foi campeão da Fórmula Renault e da GP2: talento ascendente

Ainda em 2014, Gasly estreou na GP2, realizando algumas provas pela Caterham. No ano seguinte, se transferiu para a DAMS, a fim de disputar uma temporada completa na categoria. Foi um ano complicado para Pierre, que se viu em meio a acidentes. Ao término da temporada, ficou em oitavo na classificação. No fim de 2015, vieram duas boas novas para o francês: para a temporada seguinte, ele se tornaria piloto reserva da Red Bull e se transferiria para a Prema para a disputa do campeonato da GP2. Em 2016, Gasly foi arrasador, conquistando quatro vitórias e assegurando o título. Porém, o fato de ser campeão da GP2 não lhe abriu as portas das equipes da F1 para 2017. Sem cockpits à disposição, Pierre competiu na Super Fórmula, do Japão. Ele também participou de uma rodada dupla da Fórmula E em Nova Iorque, em substituição ao campeão Sebastien Buemi (que correria na WEC) na Renault e-Dams. Gasly quase alcançou o pódio em sua segunda corrida – bateu na última curva, ficando em quarto.

Porém, a F1 lhe daria uma oportunidade quando menos esperava: antes do GP da Malásia, em Sepang, o jovem foi chamado para substituir o russo Daniil Kvyat na Toro Rosso. Além da etapa malaia, Gasly disputou o GP do Japão, em Suzuka, ao lado de seu antigo rival de Fórmula Renault, Carlos Sainz Jr.. Porém, após o anúncio da parceria Toro Rosso-Honda para 2018, o time italiano exigiu que Pierre disputasse a etapa final da Super Fórmula no Japão – afinal, seu carro era impulsionado pela marca japonesa. Assim, perderia o GP dos Estados Unidos, em Austin. Gasly foi substituído por Kvyat, enquanto Sainz, que se transferiu para a Renault, deu lugar a Brendon Hartley. A partir do GP do México, na Cidade do México, Pierre passaria a ter a companhia do neozelandês na Toro Rosso. E foi assim até o fim de 2017.

O objetivo de Gasly (à esq.) e Hartley em Sakhir era desenvolver o conjunto Toro Rosso-Honda: tarefa cumprida

O objetivo de Gasly (à esq.) e Hartley em Sakhir era desenvolver o STR13-Honda: tarefa cumprida

Diante da reformulação no quadro de pilotos, somada à mudança do motor Renault para o Honda, a Toro Rosso surgia como “patinho feio” para a temporada de 2018. Após os testes da pré-temporada, o time satélite da Red Bull se colocava numa posição intermediária entre as equipes da F1. Conduzida por Gasly e Hartley, a escuderia de Faenza cravou um objetivo: fazer do STR13 impulsionado pelo motor Honda um carro competitivo. No GP da Austrália, em Melbourne, entretanto, as coisas não foram bem para a Toro Rosso: Pierre abandonou com problemas no motor Honda, enquanto Brendon foi o 15º – e último – a cruzar a linha de chegada. Para piorar, os engenheiros da Honda foram obrigados a engolir o quinto lugar de Fernando Alonso com a McLaren-Renault. Assim que confirmou o top 5, o espanhol afirmou: “agora podemos lutar”. Era algo que o bicampeão sequer sonhou nos três anos com o propulsor japonês.

Ao desembarcar em Sakhir, palco da segunda etapa do Mundial de 2018, Gasly e Hartley tinham como objetivo desenvolver o STR13 e avançar no equilíbrio entre chassis e motor Honda. Quando a Toro Rosso foi para a pista barenita, Pierre parecia se sentir em casa. Veloz, o francês se colocou logo entre os 10 primeiros dos treinos livres. No fim, o jovem de 22 anos ficou com o oitavo melhor tempo da sexta, com 1m31s232. Gasly ficou atrás apenas das duplas de Ferrari, Mercedes e Red Bull, além de Nico Hulkenberg (Renault), que bateu o francês por apenas 0s012 – o alemão marcou 1m31s220. Kimi Raikkonen (Ferrari) foi o mais rápido do dia com 1m29s817 – 1s415 à frente de Pierre. Por outro lado, Hartley encarou problemas e foi o mais lento do dia – 20º, com 1m32s908 (1s676 atrás do companheiro da Toro Rosso).

Na sexta, veio o prenúncio de um bom fim de semana: Gasly figurou sempre entre os 10 primeiros

Na sexta, veio o prenúncio de um bom fim de semana: Gasly figurou sempre entre os 10 primeiros

A boa performance na sexta encheu Gasly de confiança. “Foi uma sexta-feira muito produtiva para nós. Eu me senti muito confortável no carro desde a primeira volta no primeiro treino livre. Mostramos um ritmo decente em ambas as sessões. Sem dúvida, foi um bom começo, mas ainda existem coisas que podemos melhorar para amanhã (sábado). As diferenças estão muito apertadas entre os pilotos, então precisamos gastar um bom tempo hoje (sexta) analisando tudo o que testamos. O primeiro sentimento com o carro é realmente positivo, então esperamos que possamos mantê-lo e ter um dia semelhante amanhã (sábado)”, analisou.

No sábado, a Toro Rosso voltou a surpreender. Tanto Gasly quanto Hartley demonstraram uma força ainda não vista em 2018. O francês e o neozelandês tinham em mãos um equipamento capaz de se impor diante de qualquer adversário do pelotão intermediário da Fórmula 1. Ambos avançaram sem problemas para o Q2. Na segunda sessão qualificatória, Pierre chocou o ‘circo’ ao se colocar entre os 10 primeiros. Por outro lado, Brendon bateu na trave – ficou com 11º, com 1m30s412. No Q3, veio a comprovação de que o STR13 impulsionado com o motor Honda encontrava-se em perfeita harmonia com o circuito barenita sob a condução de Gasly: com 1m29s329, o francês arrancou um impressionante sexto tempo, ficando a 1s371 de Sebastian Vettel (Ferrari), que anotou a pole para o GP do Bahrein – a 51ª de sua carreira.

Além de avançar para o Q3 de Sakhir, Gasly anotou o 6º melhor tempo: com punição a Hamilton, alinharia em 5º

Além de avançar para o Q3, Gasly fez o 6º tempo: com punição de Hamilton, alinharia em 5º no grid

Pierre ficou atrás apenas de carros da Ferrari, Mercedes e Red Bull. O sexto lugar veio pela ausência de Max Verstappen (Red Bull), que sofreu um acidente no Q1. Mas não pararia por aí: Lewis Hamilton (Mercedes), quarto melhor do quali, seria punido com a perda de cinco posições no grid por trocar a caixa de câmbio. Dessa forma, Gasly alinharia em quinto no grid da etapa barenita. Um feito pra lá de assombroso para o piloto de 22 anos. “Esta foi minha melhor classificação na F1! Um dia incrível. A equipe vem trabalhando duro desde o começo do fim de semana e é bom ver esse esforço sendo recompensado. Eu me senti bem no carro, estou muito feliz. Desde a primeira volta no primeiro treino livre, senti que estávamos rápidos, mas precisávamos acertar tudo para entrar no Q3 – e conseguimos! É claro que esperamos que Hamilton e Verstappen se recuperem rápido, mas acho que estaremos na briga com Renault e Haas. Nossa meta é pontuar bem”.

Largada do GP do Bahrein de 2018, em Sakhir: Gasly chegou a superar Ricciardo, mas levou o troco

Largada do GP do Bahrein de 2018, em Sakhir: Gasly chegou a superar Ricciardo, mas levou o troco

A corrida

O anoitecer de domingo em Sakhir, palco do GP do Bahrein de 2018, era o aviso de que a etapa estava prestes a começar. Alinhado em quinto lugar no grid com pneus supermacios, Gasly revelava ansiedade para a largada. À sua frente, nas duas primeiras filas, estavam Sebastian Vettel (Ferrari), Kimi Raikkonen (Ferrari), Valtteri Bottas (Mercedes) e Daniel Ricciardo (Red Bull). Mais ninguém. Todavia, sua maior preocupação seria domar Kevin Magnussen (Haas), que demonstrou excelente desempenho nos dois primeiros fins de semana da F1. Quando a largada foi autorizada, Pierre partiu com agressividade, contornando a curva 1 por fora e tomando o quarto lugar de Ricciardo. Porém, na sequência, o australiano deu o troco no francês, recuperando a posição.

Na volta 2, uma pane eletrônica tirou Daniel da corrida, reconduzindo Gasly ao quarto lugar. Na mesma passagem, Max Verstappen (Red Bull) tocou em Lewis Hamilton (Mercedes) numa tentativa de ultrapassagem e teve furado seu pneu traseiro esquerdo. O holandês foi aos boxes e voltou à pista, mas abandonou na sequência. Assim, os dois carros da Red Bull estavam fora de combate. Ótimo para Pierre, que se via atrás somente de Vettel, Bottas e Raikkonen. Com o Red Bull de Ricciardo parado na pista, a direção de prova acionou o virtual safety car (VSC). A relargada foi dada na volta 4, e Gasly teve que lidar com o forte ataque de Magnussen. Na volta 5, o dinamarquês abriu a asa traseira no trecho de DRS na reta dos boxes e colocou de lado sobre o francês. Kevin contornou a curva em quarto, mas Pierre deu o ‘x’ na sequência, conservando sua posição.

Gasly suportou forte pressão de Magnussen no início da corrida: duelo com direito a 'x' do francês

Gasly suportou forte pressão de Magnussen no início da corrida: duelo com direito a ‘x’ do francês

Atrás de Gasly e Magnussen, aparecia Hamilton em franca recuperação. Na volta 6, o tetracampeão superou o piloto da Haas. Na 8, foi a vez de Pierre. O francês não tinha como segurar Lewis – também pudera, a disputa era inglória. Sem cerimônia, o britânico da Mercedes ultrapassou o novato da Toro Rosso. Assim, Gasly caía para quinto. De toda forma, sua corrida continuava sendo a de monitorar Magnussen. Na volta 11, a vantagem de Pierre sobre Kevin era de 3s3. Na volta 14, a Haas chamou o dinamarquês para os boxes. O intuito era um só: tentar superar Gasly na base da estratégia. Ao ver o movimento da equipe norte-americana, a escuderia italiana imediatamente tentou anulá-lo. Na volta 15, chamou o francês para a troca de pneus. A Toro Rosso sacou os compostos supermacios e colocou os macios. Pierre seguia à frente de Magnussen – naquele momento, em nono.

Após a parada de Carlos Sainz Jr. (Renault), na 16, Gasly ascendeu para o oitavo lugar. Na volta 18, foi a vez de Romain Grosjean (Haas) realizar seu pit stop. Com isso, Pierre subiu para sétimo. Na 20, o piloto da Toro Rosso superou Marcus Ericsson (Sauber) na pista – o sueco havia adotado a tática de uma parada nos boxes. Na mesma passagem, Brendon Hartley (Toro Rosso) se dirigiu para os boxes. Dessa forma, o francês reassumiu a quinta colocação. Na volta 23, Gasly estava 21s atrás de Raikkonen e 7s à frente de Magnussen – que ultrapassou Ericsson. Assim, estava isolado em Sakhir. Naquele momento, a concentração era na manutenção do ritmo de corrida. Ao notar a vantagem de Gasly, a Haas chamou Kevin para os boxes na volta 27. A partir dali, o stint do dinamarquês passou a ser outro. Seu ritmo, também – Magnussen se tornou um dos mais velozes na pista.

Pierre fez sua segunda parada na volta 34: retorno à frente de Magnussen foi fundamental

Pierre fez sua segunda parada na volta 34: retorno à frente de Magnussen foi fundamental

Na volta 33, Pierre estava a 21s de Hamilton, o quarto. Em contrapartida, tinha 11s6 de vantagem sobre Nico Hulkenberg (Renault) – que, com a parada de Magnussen, subiu para sexto. Diante da vantagem sobre o alemão, a Toro Rosso entendeu que era o momento ideal para a segunda parada de Gasly. Na volta 34, o time italiano chamou o francês para os boxes. Na troca, tirou os pneus macios e colocou novos compostos supermacios. No retorno à pista, Pierre estava em sétimo, entre Fernando Alonso (McLaren) e Magnussen. Na volta 36, um lance lamentável chocou a Fórmula 1 – e, indiretamente, mexeu com a classificação da corrida. Na segunda parada de Raikkonen, a Ferrari autorizou indevidamente a sua saída dos boxes. A troca de pneus ainda não havia sido efetuada. A liberação equivocada fez com que o pneu traseiro esquerdo do carro de Kimi passasse sobre a perna do mecânico Francesco Cigarini. Ele teve fratura exposta da tíbia e da fíbula.

Com o triste incidente, a Ferrari ordenou que o finlandês deixasse a corrida. Assim, Gasly subiu para a sexta posição. Com as paradas de Hulkenberg e Alonso, na volta 39, Pierre foi reconduzido à quarta colocação. Naquele instante, o francês da Toro Rosso estava atrás somente de Vettel, Bottas e Hamilton. Todavia, tinha Magnussen a somente 3s dele. Entretanto, os pneus do Haas do dinamarquês estavam desgastados, enquanto os compostos de Gasly eram praticamente novos. Dessa forma, Pierre abriu para Kevin, consolidando-se na quarta colocação.

Mecânicos da Toro Rosso celebram quarto lugar de Gasly: resultado enche equipe de confiança

Mecânicos da Toro Rosso celebram quarto lugar de Gasly: resultado enche equipe de confiança

O GP do Bahrein de 2018 foi vencido por Vettel, que teve um fim de corrida dramático em razão da estratégia adotada pela Ferrari após o acidente com Cigarini. O alemão foi pressionado por Bottas até a última volta, mas assegurou sua 49ª vitória na F1 – a segunda nesta temporada. Valtteri teve que se contentar com o segundo lugar, seguido por Hamilton. Mas a grande festa estava na celebração da quarta posição. “Agora podemos lutar”, disse Gasly à sua equipe após cruzar a linha de chegada em Sakhir. A frase do francês veio em alusão ao que foi dito por Alonso ao terminar em quinto em Melbourne. Se o recado do espanhol foi uma indireta para a Honda, Pierre fez questão de repeti-la, a fim de estreitar os laços entre o time italiano e a fabricante japonesa.

Nos boxes da Toro Rosso, a celebração foi tremenda. Gasly não se conteve. Também pudera: acabava de se tornar o 336º piloto a pontuar na história da Fórmula 1. “Estou muito feliz! Agradeço bastante à equipe porque o carro estava fantástico. Tive uma boa briga com Magnussen e depois o ritmo estava ótimo. Vi que ambos os carros da Red Bull tiveram de parar, e depois que Raikkonen abandonou, a equipe me disse que tínhamos a oportunidade de chegar em quarto, portanto eu dei tudo até o final. O carro esteve fantástico desde o começo do fim de semana, hoje (domingo) eu pude forçar ao máximo e fomos velozes porque consegui me distanciar da Haas. Preciso de um pouco de tempo para assimilar isso, mas definitivamente vou me divertir com a equipe esta noite”, comemorou.

Pierre foi carregado pelos integrantes da Toro Rosso: feito histórico

Pierre foi carregado pelos integrantes da Toro Rosso: feito histórico

Sobre a corrida de Sakhir, Pierre destacou os principais momentos. “O início da prova foi mega. Consegui passar Ricciardo na curva 1, o que foi ótimo. Depois, as coisas se complicaram um pouco quando Magnussen me ultrapassou (na volta 5). Eu sabia que precisava dar o troco imediatamente porque caso contrário perderia tempo e seria difícil alcançá-lo. Quando passei, consegui mantê-lo atrás e forçar o tempo todo enquanto tentava cuidar dos pneus, o que fizemos muito bem. Creio que o ritmo foi ótimo, então estou super feliz. Para a equipe, parece uma vitória. Sem falar que esse é o melhor resultado para a Honda nos últimos 10 anos – ainda mais após a experiência que tive com eles na Super Fórmula (em 2017), em que tive uma relação muito próxima”.

Resultado de Gasly foi o melhor da Honda desde 2008: orgulho japonês

Resultado de Gasly foi o melhor da Honda desde 2008: top 4 para a satisfação japonesa

Anúncios

Sobre contosdaf1

Desde 1981, um amante de automobilismo. E veio desde o registro, quando no cartório seu pai foi questionado se queria colocar o nome "Willians" no garoto. "Esse é o nome de uma escuderia. Pode dar problema para ele no futuro", disse a escrivã. Hoje em dia, a equipe Williams voltou a se destacar, enquanto o menino segue o destino. Jornalista, nascido em Santos, cobriu os GPs do Brasil de 2005 a 2009 em Interlagos pelo jornal A Tribuna. Acompanha a Fórmula 1 religiosamente desde 1986. Pretende fazer isso até seus últimos dias. Afinal, o faz desde o primeiro.
Esta entrada foi publicada em Bahrein, Brendon Hartley, Carlos Sainz Jr., Fernando Alonso, Haas, Kevin Magnussen, Marcus Ericsson, McLaren, Nico Hulkenberg, Pierre Gasly, Renault, Romain Grosjean, Sakhir, Sauber, Toro Rosso. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

w

Connecting to %s