Azerbaijão-2017: Stroll, o patinho feio da F1, vira cisne em Baku

Vencedor do GP do Azerbaijão, Daniel Ricciardo (Red Bull) 'batiza' Stroll com o 'shoey': primeiro pódio do canadense na F1

Vencedor em Baku, Daniel Ricciardo (à esq.) ‘batiza’ Stroll com o ‘shoey’: 1º pódio do canadense na F1

Ele ingressou na Fórmula 1 sob olhares desconfiados. Também pudera: seu pai, um bilionário, adquiriu sem cerimônias um cockpit para que iniciasse sua carreira na categoria máxima do automobilismo. Nos primeiros testes da pré-temporada de 2017, em Montmeló (Espanha), muitos acidentes geraram dúvidas quanto a sua capacidade. Ao iniciar o campeonato, a maré negativa continuou. Lance Stroll era achincalhado pela mídia especializada. Afinal, começou sua trajetória na F1 numa equipe tradicional, a Williams, mas ficava muito aquém dos resultados e das marcas do seu companheiro de equipe, o experiente Felipe Massa. Com apenas 18 anos, Stroll estava sob pressão do ‘circo’. Apenas no GP do Canadá, em Montreal, sétima etapa do Mundial, conquistou seus primeiros pontos – terminou em nono.

Os dois pontos obtidos em casa tiraram um enorme peso das costas de Lance. O primeiro top 10 da carreira deu a paz necessária para o canadense ter prazer em guiar. Com o espírito livre, Stroll foi outro em Baku, palco do GP do Azerbaijão de 2017. Com velocidade e constância, o garoto superou Massa durante todo o fim de semana de treinos. No domingo, esteve sempre no lugar certo, na hora certa. Lance escapou de todos os incidentes e, num piscar de olhos, se viu entre os primeiros na etapa azeri. Com regularidade, seguiu o ritmo de Daniel Ricciardo (Red Bull), o vencedor em Baku, e só não terminou em segundo pois Valtteri Bottas (Mercedes) surpreendeu-o em plena reta de chegada. Mas isso não importou: Stroll, o patinho feio da F1, virou cisne ao alcançar um inesperado pódio.

Em sua meteórica trajetória, Stroll sempre contou com o auxílio de seu pai, o bilionário Lawrence Stroll

Em sua trajetória, Stroll sempre contou com o auxílio de seu pai, o bilionário Lawrence Stroll

O terceiro lugar no Azerbaijão representou o primeiro top 3 do jovem piloto na F1. Foi ainda o primeiro pódio de um canadense desde Jacques Villeneuve, terceiro, com BAR, no GP da Alemanha de 2001, em Hockenheim. Além disso, foi a primeira vez, desde o GP do Canadá de 2016, em Montreal, que um piloto da Williams figurou na cerimônia de celebração – o último havia sido Bottas, terceiro naquela ocasião. Com 18 anos, 7 meses e 27 dias, Lance ficou a 12 dias de bater o recorde de precocidade num pódio na categoria – a marca pertence a Max Verstappen, que, com 18 anos, 7 meses e 15 dias, venceu o GP da Espanha de 2016, em Montmeló. Ainda que não tenha tirado o recorde de Verstappen, Stroll deixou Baku com uma marca especial: a do silêncio de seus críticos.

Nascido em 29 de outubro de 1998, em Montreal, Lance trilhou uma trajetória de sucesso nas categorias de base do automobilismo. Mas, para isso, sempre teve apoio de Lawrence Stroll, um magnata do ramo da indústria de roupas, apontado, em 2016, como o 722º homem mais rico do mundo. Lawrence sempre foi um apaixonado por carros, e passou essa paixão para o filho. Em 2010, Lance estreou no kart. No ano seguinte, ingressou na Academia de Desenvolvimento da Ferrari. Em 2014, migrou para os monopostos. Para tal desafio, Lawrence comprou a equipe Prema, um dos mais bem-sucedidos grupos do esporte a motor nas categorias de base. O objetivo era um só: desenvolver a carreira de Lance. Em 2014, o canadense estreou na Fórmula 4 Italiana. Logo em sua primeira temporada, assegurou o título, com 7 vitórias em 18 corridas.

Piloto de testes da Williams desde 2015, Stroll virou titular em 2017

Testador da Williams desde 2015, Stroll virou titular em 2017: acidentes perseguiram o canadense

Após o sucesso na F4 Italiana, Stroll disputou a Toyota Racing Series na Nova Zelândia em 2015. No torneio neozelandês, o canadense faturou mais um título. Depois, seu foco se tornou a Fórmula 3 Europeia. Ainda na Prema, alcançou o quinto lugar na temporada. No fim de 2015, deixou a Academia da Ferrari para se tornar piloto de testes da Williams. A partir de então, a Fórmula 1 passou a estar presente na carreira de Lance. Porém, ainda era necessário fazer mais. Em 2016, Stroll venceu 11 das 30 etapas da temporada e conquistou o título da F3 Europeia. Com um bom cartel e o dinheiro do pai, o canadense passou a ser visto com bons olhos pelo filho. A Williams fez valer o fato de Lance ser seu testador e lhe deu um cockpit para 2017. Ele se tornaria o primeiro canadense a correr na F1 desde a aposentadoria de Jacques Villeneuve, em 2006.

O anúncio foi feito em novembro de 2016. Stroll seria o substituto de Felipe Massa. Todavia, com a surpreendente aposentadoria do campeão Nico Rosberg, e com a transferência de Valtteri Bottas para a Mercedes, o brasileiro se tornaria companheiro do canadense no time de Frank Williams. Massa seguiu na escuderia de Grove para ser o mentor de Lance. Parecia um cenário perfeito para a estreia de um adolescente, certo? Ledo engano. Após diversos erros nos testes em Montmeló, a equipe britânica passou a ser criticada. Nas primeiras provas, as falhas persistiram. Havia quem fizesse aposta sobre em qual volta o canadense abandonaria, ou até quando Stroll permaneceria na Williams.

Em Baku, Stroll sempre andou à frente de Felipe Massa, seu mentor e parceiro na Williams

Em Baku, Stroll sempre andou à frente de Felipe Massa, seu mentor e parceiro na Williams

Nas seis primeiras etapas do Mundial, o garoto abandonou quatro. Seu melhor resultado no período foi um tímido 11º lugar no GP da Rússia, em Sochi. O nono lugar obtido em Montreal aliviou Lance, que chegou otimista a Baku, palco do GP do Azerbaijão de 2017. No circuito urbano, ele teria a chance de mostrar que os dois pontos conquistados no Canadá não tinham sido por acaso. Em seu primeiro contato com a pista da capital azeri, na sexta-feira, Stroll acelerou forte e surpreendeu a todos. Num traçado traiçoeiro, onde qualquer deslize pode significar muro, o jovem de 18 anos conquistou o sexto lugar do dia, à frente, inclusive de Felipe Massa – com 1m44s113, Lance foi 0s496 mais rápido do que Felipe, 11º dos treinos livres com 1m44s609. Stroll ficou a 0s751 de Max Verstappen (Red Bull), o melhor do dia com 1m43s362.

“Foi bem divertido, consegui aproveitar a pista. O carro estava funcionando bem e não tivemos problemas, o que foi ótimo. Eu senti que o equilíbrio era bom e agora só precisamos pensar durante a noite, melhorar o ajuste fino, voltar amanhã (sábado) e continuar forçando. O que foi realmente positivo foi o fato de não termos tido nenhum problema – nada nos impediu de fazer nossos programas. O que era realmente importante para mim neste tipo de pista era ter confiança em cada volta e em todas as saídas. Hoje (sexta) fizemos exatamente isso e não perdemos nenhuma volta com problemas ou coisas erradas. As coisas podem ser melhores, pois este ainda é o primeiro dia da minha primeira vez aqui. Mas podemos melhorar para a qualificação. Porém, no geral, foi um dia muito positivo em vários aspectos”, analisou o canadense.

Pela segunda vez na carreira, Stroll avançou para o Q3: bom oitavo lugar no grid azeri

Pela segunda vez na carreira, Stroll avançou para o Q3: bom oitavo lugar no grid azeri

O bom momento de Stroll prosseguiu no sábado. Durante todo o qualifying, o canadense andou à frente de Massa. Prova de que estava à vontade em Baku. Pela segunda vez no ano, Lance avançou para o Q3, fase decisiva do quali – a primeira foi no GP da China, em Xangai, quando largou em 10º. Como Daniel Ricciardo (Red Bull) havia se acidentado no início da sessão, Stroll já conquistaria o melhor grid em seu curto período de carreira na F1. Porém, ele fez mais: novamente, derrotou Massa, anotando um excelente oitavo lugar, com 1m42s753. A marca de Lance foi apenas 0s045 mais veloz que a de Massa, nono com 1m42s798. A pole em Baku ficou com Lewis Hamilton (Mercedes), a 66ª do britânico na categoria. A marca de Hamilton (um assombroso 1m40s593) foi 2s160 mais rápida que a de Stroll. Ainda que distante de Lewis, o piloto de 18 anos celebrou a boa performance no qualifying.

“Foi um bom dia, dentro de um bom fim de semana até agora. Estou confortável e confiante no carro. Eu gosto do circuito e hoje (sábado) tudo ocorreu conforme o planejado. Perdi um pouco no Q3, e acho que havia um pouco mais possível lá, já que ficamos quatro décimos em comparação com a minha volta no Q2. No Q3, uma vez que as temperaturas da pista caíram, foi difícil aquecer os pneus em uma volta e, também, por causa da bandeira vermelha (provocada pelo carro de Ricciardo), nós só tínhamos tempo de fazer uma volta rápida. Às vezes, por aqui, é melhor quando você faz uma volta, depois outra volta e depois outra volta. Mas ainda é um ótimo resultado e estou feliz pela equipe”, disse Lance.

Largada do GP do Azerbaijão de 2017: cauteloso, Stroll escapou ileso de incidentes

Largada do GP do Azerbaijão de 2017: cauteloso, Stroll escapou ileso de incidentes

A corrida

Meia medieval, meia futurista, a cidade de Baku se apresentou exuberante para receber no domingo, 25 de junho de 2017, o primeiro GP do Azerbaijão da história – vale uma ressalva: em 2016, a etapa disputada na capital azeri foi denominada “GP da Europa”. Stroll calçava pneus supermacios quando alinhou seu FW40 na oitava posição do grid. Tudo o que ele queria era escapar de qualquer tipo de confusão na largada. Qualquer entrevero no circuito urbano seria fatal – os muros dariam fim na esperança de pontuar. No apagar das luzes vermelhas, Lance foi comedido, contornando a primeira curva em oitavo. Na curva seguinte, Valtteri Bottas (Mercedes) e Kimi Raikkonen (Ferrari) se estranharam na disputa pelo segundo lugar. Pior para o finlandês da Mercedes, que caiu para a última posição. O canadense da Williams, por sua vez, acabou se atrapalhando com o incidente, e foi ultrapassado pelo companheiro Felipe Massa (Williams).

Ao fim da volta 1, Stroll continuava em oitavo. Nos primeiros momentos, parecia que sofreria pressão de Daniel Ricciardo (Red Bull). Porém, o australiano logo alterou sua tática, sendo o primeiro a entrar nos boxes, na volta 6. Isso deu tranquilidade para Lance. Porém, o canadense não ameaçava Esteban Ocon (Force India). Na volta 11, Max Verstappen (Red Bull), então quarto colocado, encarou problema no motor de seu bólido e perdeu rendimento. Logo depois, abandonaria a disputa. Com isso, Stroll ascendeu para o sétimo lugar. Na mesma passagem, Daniil Kvyat (Toro Rosso) teve uma pane elétrica e deixou o seu carro parado na pista. Após diversas tentativas equivocadas de retirá-lo, a direção de prova acionou o safety car na volta 12.

Apesar dos detritos e das seguidas intervenções do safety car, Lance se manteve sólido em Baku

Apesar dos detritos e das seguidas intervenções do safety car, Lance mostrou consistência em Baku

Como a corrida estava sob bandeira amarela, os pilotos decidiram fazer o primeiro pit stop naquele instante. Mas Lance tinha um problema: estava em sétimo, duas colocações atrás de Massa, o quinto. Como Felipe vinha em melhor posição, tinha a prioridade da Williams. Assim, Stroll permaneceu na pista, só fazendo a parada na volta 14. Na troca, sacou os pneus supermacios e colocou os macios. No retorno à pista, o canadense conseguiu recuperar o sétimo lugar, para alívio da escuderia de Grove. Com a retirada do carro de Kvyat, a relargada pôde ser dada na volta 16. Porém, ainda havia muitos detritos na pista, por conta dos acidentes ocorridos até aquele momento. Na passagem seguinte, o safety car entrou novamente na pista.

Sob bandeira amarela, os líderes da prova e principais rivais pelo título mundial, Lewis Hamilton (Mercedes) e Sebastian Vettel (Ferrari), tiveram um inusitado entrevero: ditando o ritmo do pelotão atrás do safety car, o britânico, primeiro colocado, acabou sendo tocado pelo alemão, segundo, na traseira de seu W08. Não satisfeito, Vettel emparelhou com Hamilton e jogou sua Ferrari para cima da Mercedes. Apesar dos pesares, os dois mantiveram suas posições. Contudo, esse embate teria efeito no futuro da corrida. Alheio aos acontecimentos que envolveram Lewis e Sebastian, Stroll estava concentrado em fazer uma boa relargada. Quando a bandeira verde foi agitada, Lance se aproveitou do choque entre os pilotos da Force India – Sergio Pérez e Esteban Ocon reeditaram a disputa do GP do Canadá, em Montreal – e do furo do pneu de Raikkonen para saltar para a quarta posição.

Após a interrupção da prova, Stroll estava em quarto: pódio ficava próximo do canadense

Após a interrupção da prova, Stroll estava em quarto: pódio ficava próximo do canadense

Depois de mais essa confusão, e de perceber que a pista de Baku estava repleta de detritos, a direção de prova decidiu acionar a bandeira vermelha, interrompendo o GP do Azerbaijão. O objetivo foi limpar o traçado com maior eficiência. Nos boxes, Stroll estava num surpreendente quarto lugar, atrás somente de Hamilton, Vettel e Massa. Ali, aproveitou para tirar os pneus macios e colocar outro jogo de compostos supermacios. Como havia a expectativa de punição para Lewis e Sebastian, a possibilidade da dupla da Williams liderar a etapa azeri era grande. Entretanto, o time de Frank Williams sofreu um revés dolorido.

Quando a prova foi retomada, na volta 23, Massa revelou encarar problemas de suspensão em seu FW40. Stroll, por sua vez, não contava com um espetacular avanço de Ricciardo: de uma só vez, o australiano superou Felipe, Lance e Nico Hulkenberg (Renault), subindo para terceiro. O brasileiro despencou na classificação, e logo abandonou. O canadense, por sua vez, seguiu em quarto. Na volta 24, Hulkenberg bateu e foi obrigado a se retirar. Assim, Stroll passou a ser perseguido por Kevin Magnussen (Haas). Mas as surpresas não parariam por aí. Após a retomada da prova, Hamilton notou que o encosto de pescoço do seu carro estava solto. Nas retas, Lewis segurava o acessório com as mãos. Diante dos riscos, a Mercedes chamou o britânico para os boxes, na volta 31. Com a parada de Hamilton, Lance ascendeu para a terceira posição.

Problema de Hamilton e punição a Vettel colocaram Stroll na segunda posição em Baku

Problema de Hamilton e punição a Vettel colocaram Stroll na segunda posição em Baku

No mesmo momento da parada extra de Lewis, a FIA anunciou uma punição a Vettel. Por atitude antiesportiva – ele atirou o carro em cima de Hamilton -, o alemão foi obrigado a pagar um stop and go de 10 segundos. Sebastian se encaminhou aos boxes na volta 34. Com isso, a liderança caiu no colo de Ricciardo. Quatro segundos atrás de Daniel, vinha Stroll. O canadense, por sua vez, trazia uma vantagem segura sobre Magnussen. Já Kevin segurava Ocon e Bottas do jeito que dava. Na volta 37, o francês da Force India ultrapassou o dinamarquês da Haas. Na passagem seguinte, foi a vez do finlandês da Mercedes superar Magnussen. Valtteri estava impossível: depois de cair para o último lugar, o escandinavo ascendeu na classificação após a bandeira vermelha. Na volta 39, Bottas ignorou Ocon e assumiu a terceira posição.

O avanço do finlandês, inicialmente, não preocupava Stroll. O canadense imprimia um bom ritmo. Se não deixava Ricciardo abrir na ponta, havia construído uma boa vantagem sobre Valtteri. Porém, Bottas se aproveitava da força de seu W08. A diferença para Lance começava a cair.  Em 10 voltas, a vantagem do canadense caiu de 14s para 3s. Na 51, a última da corrida, era de apenas 1s2. Extasiado com o iminente pódio, Stroll ignorou a aproximação de Bottas. Lance não aliviou, mas Valtteri estava irresistível. Em plena reta dos boxes, a alguns metros da linha de chegada, o finlandês tirou de lado e emparelhou com o canadense. Por 0s105, Stroll perdeu o segundo lugar. Contudo, levou um pódio que, certamente, jamais será esquecido pelo jovem de 18 anos.

Stroll perdeu o segundo lugar para Bottas na reta final: 0s105 de diferença entre os dois

Stroll perdeu o segundo lugar para Bottas na reta final: 0s105 de diferença entre os dois

“Estou sem palavras agora. Nunca pensei que estaria no pódio. É um sentimento incrível e, para mim, um sonho tornado realidade. No entanto, o que aconteceu hoje (domingo) foi um esforço de equipe e não posso agradecer a todos o suficiente por fazer isso acontecer. Apenas sinto muito por não poder celebrar com Felipe (Massa), pois isso teria sido a cereja no topo do bolo. Estou certo que, sem seus problemas, ele estaria lá (no pódio) comigo”, celebrou Lance. “Foi uma corrida muito agitada. Muita coisa aconteceu. Em todo o momento, a equipe me manteve calmo no rádio. O nosso ritmo foi bom, nós chegamos ao fim e ficamos longe de problemas. É verdade que Valtteri (Bottas) me passou no fim. Deve ter sido uma das bandeiradas mais apertadas de todos os tempos, lado a lado na linha de chegada. A verdade é que me sinto na lua agora”.

A vitória no GP do Azerbaijão ficou com Ricciardo. Foi a quinta da carreira do australiano, a primeira em 2017. Porém, quem roubou a festa de Daniel foi Stroll. Em Baku, Lance ganhou não só um pódio, mas o respeito de quem era visto apenas como um filho de milionário brincando de ser piloto.

Stroll obteve o 1º pódio do Canadá em 16 anos - desde Jacques Villeneuve, em Hockenheim-2001

Stroll obteve o 1º pódio do Canadá em 16 anos – desde Jacques Villeneuve, em Hockenheim-2001

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Sobre contosdaf1

Desde 1981, um amante de automobilismo. E veio desde o registro, quando no cartório seu pai foi questionado se queria colocar o nome "Willians" no garoto. "Esse é o nome de uma escuderia. Pode dar problema para ele no futuro", disse a escrivã. Hoje em dia, a equipe Williams voltou a se destacar, enquanto o menino segue o destino. Jornalista, nascido em Santos, cobriu os GPs do Brasil de 2005 a 2009 em Interlagos pelo jornal A Tribuna. Acompanha a Fórmula 1 religiosamente desde 1986. Pretende fazer isso até seus últimos dias. Afinal, o faz desde o primeiro.
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2 respostas a Azerbaijão-2017: Stroll, o patinho feio da F1, vira cisne em Baku

  1. O Contos da F1 do Gp da Áustria de 2017 deveria ser o brilhante sexto lugar do Romain Grosjean da Haas ele que depois dos erros do passado amadureceu e se tornou um grande piloto O Grosjean merece mais do que nunca estar numa equipe de ponta ,apesar que a Haas a cada corrida vem crescendo não duvido muito que a equipe vai terminar entre as 4 primeiras em 2017

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