Áustria-2016: Wehrlein conquista primeiro ponto da Manor

Pascal Wehrlein (Manor) só assegurou o 10º lugar no GP da Áustria de 2016 na última volta: prêmio celebrado

Pascal Wehrlein (Manor) só assegurou o 10º lugar na última volta do GP da Áustria: façanha histórica

A vida é feita de façanhas. Algumas são alcançadas com competência. Outras, com sorte. Quando competência e sorte se tornam aliadas, o sucesso acaba sendo garantido. Pascal Wehrlein se mostrou hábil na pista de Spielberg, palco do GP da Áustria de 2016. Após conquistar um inédito 12º lugar no grid, o alemão de 21 anos lutou bravamente com rivais que possuíam equipamento superior. Apesar de contar com um fraco Manor, Wehrlein mostrava persistência. No fim da etapa austríaca, perseguiu Valtteri Bottas (Williams) com afinco, na luta pelo 10º lugar. Mesmo vendo o finlandês com pneus degradados, derrotá-lo parecia impossível. O esforço de Pascal acabou sendo premiado na última volta. Com o acidente de Sergio Pérez (Force India), o germânico foi alçado ao 10º lugar. De forma inesperada, o jovem calouro terminou na zona de pontuação, assegurando não só seu primeiro ponto, como também o primeiro de sua escuderia na Fórmula 1.

Wehrlein se tornou o 332º piloto a pontuar na categoria máxima do automobilismo. A Manor, a 66ª equipe a anotar ponto na história. O feito do germânico em Spielberg se tornou um marco em sua promissora trajetória. Filho de pai alemão e mãe mauriciana (natural das Ilhas Maurício, no Oceano Índico), Wehrlein nasceu em 18 de outubro de 1994, em Sigmaringen, na Alemanha. Apesar de contar com dupla nacionalidade, optou por competir sob a bandeira alemã. Sua carreira teve início no kart em 2003, aos 9 anos, disputando diversos campeonatos nacionais até 2009. Em 2010, decidiu migrar para os monopostos, na Fórmula ADAC Alemã. Na sua primeira temporada na categoria, terminou em sexto. Na segunda, em 2011, sagrou-se campeão. O título da F-ADAC fez com que Pascal se credenciasse à disputa da Fórmula 3 Europeia em 2012, conquistando o vice-campeonato da categoria.

Apoiado pela Mercedes, Wehrlein ingressou na DTM: título em 2015

Por três anos, Wehrlein correu na DTM: em 2015, tornou-se o mais jovem campeão da categoria

Em 2013, Pascal decidiu dar uma guinada em sua carreira. Além de seguir disputando corridas na F3 Europeia, o germânico ingressou na DTM, principal categoria de carros turismo da Alemanha, com apoio da Mercedes. Tido como prodígio – afinal, estreava na categoria com apenas 18 anos -, Wehrlein chamava a atenção da cúpula do time germânico. Em 2014, foi contratado pela escuderia de F1 para ser piloto de testes dos bólidos de Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Além de testador, Pascal continuou sua jornada na DTM. Naquele ano, se tornou o mais jovem vencedor da história da categoria, terminando a temporada em oitavo. Em 2015, Wehrlein passou a testar pela Force India e pela Mercedes. Na DTM, fez uma temporada irrepreensível, alcançando o título, tornando-se o mais jovem campeão da categoria de turismo, com 20 anos.

Bem-sucedido na DTM, Pascal precisava dar um passo adiante. E a Mercedes sabia disso. Em 2015, os alemães firmaram acordo de cessão de motor para a Manor – que assumiu o espólio da Marussia naquele ano, após Stephen Fitzpatrick salvar a equipe da falência. Como contrapartida, emprestaram Wehrlein, que, assim, faria sua estreia como piloto oficial na Fórmula 1 em 2016. O objetivo da marca alemã era um só: fazer com que Pascal ganhasse experiência no ‘circo’ para, no futuro, assumir seu cockpit. A Mercedes entendeu que a Manor, impulsionada pelos motores Mercedes e auxiliada por personagens experientes como Nicholas Tombazis (ex-chefe de aerodinâmica da Ferrari) e Pat Fry (consultor, ex-diretor técnico da Ferrari), poderia ajudar o desenvolvimento de Wehrlein como piloto.

Nas oito primeiras provas de 2016, Wehrlein teve como melhor resultado um 13º lugar, em Sakhir

Nas oito primeiras provas de 2016, Wehrlein teve como melhor resultado um 13º lugar, em Sakhir

Para correr com Pascal, a Manor contratou o indonésio Rio Haryanto. Nas oito primeiras corridas de 2016, a dupla passou longe dos pontos. Seu melhor resultado nesse período veio com o 13º lugar de Wehrlein no GP do Bahrein, em Sakhir. Todavia, a equipe já se mostrava capaz de bater a Sauber, saindo em algumas ocasiões da temida última fila no grid. Ao desembarcar em Spielberg, para a disputa da nona etapa do Mundial, o alemão se revelou confiante. Também pudera: aquele seria o primeiro circuito em que ele havia competido anteriormente. Diante da experiência no circuito austríaco, Pascal tratou de acelerar seu Manor MRT05. Na sexta-feira, primeiro dia de treinos livres, Wehrlein acabou sendo o 17º mais veloz do dia, anotando 1m09s775. A marca do alemão foi 0s718 mais rápida que a de Haryanto, 22º do dia com 1m10s493. Nico Rosberg (Mercedes) marcou o melhor tempo da sexta, com 1m07s373 – 2s402 à frente de Pascal.

Wehrlein lembrou que a preparação da Manor para os treinos de sexta foi atrapalhada pela chuva, que chegou a interromper o segundo treino livre e atrapalhou as equipes. “Bem, nós estávamos esperando a chuva, pois a previsão era bastante precisa. Tudo estava bem para mim. Claro, nós queríamos pilotar mais e trabalhar mais no programa de testes, mas no final é o mesmo para todos. Nós não conseguimos completar uma tentativa com pneu ultramacio, mas neste momento eu estou feliz com o carro, especialmente no final do dia. Conheço esta pista há algum tempo e eu gosto. É de alta velocidade com curvas rápidas e boas oportunidades de ultrapassagem, por isso, em geral, é bom para guiar”, analisou o alemão.

No sábado, Wehrlein voou com seu Manor: histórico 12º lugar no grid

No sábado, Wehrlein voou com seu Manor: histórico 12º lugar no grid austríaco

A familiaridade de Pascal com a pista de Spielberg foi fundamental para a classificação, no sábado. O alemão da Manor fez um treino acima das expectativas, ao superar a barreira do Q1. Além de bater Haryanto e a dupla da Sauber, Felipe Nasr e Marcus Ericsson, Wehrlein superou os pilotos da Renault, Kevin Magnussen e Jolyon Palmer. Porém, para alcançar a segunda fase da sessão, o jovem germânico contou com o acidente de Daniil Kvyat (Toro Roso), que destruiu seu bólido e ficou fora do treino. No Q2, Pascal já seria beneficiado com as ausências de Sergio Pérez (Force India) e Carlos Sainz Jr. (Toro Rosso), o que o colocaria, no mínimo, na 14ª posição no grid. Em sua primeira volta no Q2, anotou um bom tempo. Porém, quando retornou para sua segunda tentativa, a chuva caiu levemente sobre o circuito, impossibilitando que baixasse sua marca.

Apesar da chuva, Wehrlein anotou 1m07s700, ficando em 12º no grid do GP da Áustria de 2016 – a pole ficou com Lewis Hamilton (Mercedes). O alemão da Manor ficou à frente de Romain Grosjean (Haas) e Fernando Alonso (McLaren), não avançando para o Q3 por apenas 0s1. Mas não havia motivo para lamentar. Esta foi a melhor posição obtida pelo alemão em um treino oficial na Fórmula 1 desde a sua estreia, no GP da Austrália. Foi também a melhor colocação da Manor em uma largada – se for considerada a história do espólio, iniciada em 2010 (incluindo Virgin e Marussia), o grid de Spielberg igualou o feito de Jules Bianchi, com Marussia, no GP da Inglaterra de 2014, em Silverstone. Na ocasião, o francês também alinhou na 12ª posição.

Ao encerrar o Q2 em 12º, Pascal foi cumprimentado pelos mecânicos da Manor

Ao encerrar o Q2 em 12º, Pascal foi cumprimentado pelos mecânicos da Manor

“Foi uma classificação quase perfeita. Nossa estratégia foi excelente: nós sempre éramos um dos primeiros carros a entrar na pista. Tudo deu certo no Q1. Em seguida, no Q2, fiz minha primeira tentativa com o pneu supermacio. Mudei para o ultramacio, mas então a chuva realmente chegou e não havia maneira de melhorar. É fácil de dizer ‘eu acho’, mas, se não fosse a chuva, o Q3 poderia até ter sido possível hoje (sábado). Ainda é uma sensação incrível para mim e para toda a equipe (entrar no Q2). Estou muito orgulhoso: é uma mostra de quão duro todos nós temos trabalhado e uma boa recompensa para esse esforço”, celebrou Pascal.

Largada do GP da Áustria de 2016: Wehrlein escapou de punição ao alinhar na posição de Felipe Massa

Largada do GP da Áustria de 2016: Wehrlein escapou de punição ao alinhar na posição de Felipe Massa

A corrida

Domingo, 3 de julho de 2016. A nebulosidade fazia parte do bucólico cenário de Spielberg, palco do GP da Áustria. Assim como no sábado, havia a expectativa de chuva para a corrida. Alheio ao clima, Wehrlein estava ansioso para o início da etapa. Antes dos carros alinharem no grid, Felipe Massa (Williams), com problemas em sua asa dianteira, decidiu largar dos boxes. Dessa forma, o brasileiro deixou vaga a 10ª posição – justamente à frente de Pascal. Após a volta de aquecimento dos pneus, o alemão da Manor simplesmente parou no 10º lugar, ignorando que a lacuna não era para ser preenchida. Rapidamente, Pascal engatou a ré e ainda conseguiu retornar ao 12º posto. Passado o momento de apreensão, o germânico se concentrou para a largada da prova austríaca.

Após intensas disputas nos primeiros metros da corrida, Wehrlein foi superado por Sergio Pérez (Force India) e Carlos Sainz Jr. (Toro Rosso). Porém, ultrapassou Esteban Gutiérrez (Haas), e como havia herdado a posição de Massa, completou a volta 1 em 12º. Calçando pneus ultramacios, o alemão da Manor acompanhava o ritmo de Pérez. Além disso, conseguia se sustentar à frente de Fernando Alonso (McLaren) e Romain Grosjean (Haas). Como a maioria dos ponteiros havia largado com ultramacios, a primeira janela para troca de pneus foi aberta já na volta 8. Com o pit stop de Nico Hulkenberg (Force India), Pascal subiu para 11º. Após as paradas de Pérez e Sainz, na volta 9, o germânico pulou para nono. Depois de Valtteri Bottas (Williams) e Jenson Button (McLaren) ingressarem nos boxes, na 10, o piloto da Manor saltou para sétimo.

Com pneus ultramacios, Wehrlein chegou a ocupar o sexto lugar

Com pneus ultramacios, Wehrlein chegou a ocupar o sexto lugar: estratégia ousada não surtiu efeito

Na volta 11, foi a vez de Nico Rosberg (Mercedes) parar nos boxes. Com isso, Wehrlein assumiu a sexta colocação. Entretanto, os compostos do bólido de Pascal já davam sinais de desgaste. Na volta 13, a Manor chamou o alemão para seu primeiro pit stop. Na troca, a equipe sacou os pneus ultramacios e colocou outro jogo do mesmo composto (já usados). No retorno à pista, o germânico ocupava a 17ª posição. A tática, que parecia ousada, não surtiu o efeito esperado. Ela dependia da chuva, que não veio com intensidade – apenas uma garoa esparsa. Com pneus usados, Pascal não conseguia ganhar posições, a ponto de ficar atrás de seu companheiro Rio Haryanto (Manor), que havia adotado uma estratégia diferente. Diante disso, na volta 23, a Manor determinou que Wehrlein fizesse seu segundo pit stop. Desta vez, o time trocou os ultramacios por um novo jogo de compostos macios (os mais resistentes do fim de semana).

Com os pneus macios, o objetivo era um só: fazer com que o germânico terminasse a prova sem novas paradas. Todavia, um acontecimento minou qualquer possibilidade de ascensão de Wehrlein na corrida: na volta 26, Sebastian Vettel (Ferrari), líder em Spielberg após fazer um longo stint, viu seu pneu traseiro direito explodir em plena reta dos boxes. Com o acidente, o safety car foi acionado. Como Pascal havia realizado seu segundo pit stop três voltas antes do acidente, acabou se vendo na 20ª e última posição. Assim, almejar os pontos na prova austríaca passava a ser um distante sonho. Quando a relargada foi dada, na volta 32, Wehrlein seguiu em 20º. Ali permaneceu até a volta 42 – com a nova parada de Gutiérrez, o alemão subiu para 19º. Após o pit stop de Haryanto e de Felipe Nasr (Sauber), na volta 44, o germânico da Manor passou para 17º.

Wehrlein, à frente de Palmer e Massa: corrida de recuperação

Wehrlein, à frente de Palmer e Massa: alemão foi forçado a mudar tática durante a corrida

Enquanto os demais pilotos realizavam suas paradas, Pascal ascendia na classificação. Na volta 50, o alemão ultrapassou Jolyon Palmer (Renault), e contou com a ida aos boxes de Marcus Ericsson (Sauber) e Kevin Magnussen (Renault) para figurar em 14º. Na passagem seguinte, Hulkenberg fez seu pit stop, e Wehrlein passou a ocupar o 13º lugar. Na volta 52, Bottas realizou sua parada, e o germânico da Manor pulou para 12º. Era o máximo onde Pascal poderia estar. A partir dali, só alguma quebra poderia elevá-lo na classificação em Spielberg. Para piorar, na volta 55, o alemão foi superado por Bottas, caindo para 13º. A 16 voltas da bandeira quadriculada, apenas um milagre o colocaria na zona de pontuação.

Mas milagres acontecem para os competentes. Na volta 57, Massa realizou uma nova parada, e Wehrlein recuperou o 12º lugar. Na 63, Alonso também foi aos boxes, com problemas de freios. Assim, Pascal assumiu o 11º posto. Ao mesmo tempo, os pneus de Bottas começavam a se desgastar, fazendo com que o germânico se aproximasse do finlandês. Wehrlein batia a porta do top 10, mas entrar na zona de pontos parecia algo utópico. Apesar dos problemas, Valtteri mantinha Pascal sob controle. Era o fim do sonho. Chegar tão perto, e ficar tão longe do esperado lugar entre os pontuáveis, seria frustrante. Seria injusto não só com o alemão, como também com sua equipe.

Na última volta, veio a recompensa: graças a abandono de Pérez, Wehrlein pôde comemorar o 10º lugar

Na última volta, veio a recompensa: com abandono de Pérez, Wehrlein pôde comemorar o 10º lugar

Aí veio a volta 71. A última do GP da Áustria. Após tomar uma volta de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, Wehrlein viu de camarote o entrevero da dupla da Mercedes na derradeira passagem. Rosberg impediu que Hamilton contornasse a curva 2, e o toque foi inevitável. Nico levou a pior, despencando para o quarto lugar. Pascal chegou a superar Rosberg. Nesse meio tempo, sequer viu Pérez, o oitavo colocado, parado na brita. De repente, Wehrlein era o 10º lugar. A vitória ficou com Hamilton, seguido por Max Verstappen (Red Bull) e Kimi Raikkonen (Ferrari). Mas o verdadeiro vitorioso em Spielberg foi o jovem alemão de Sigmaringen. Aos 21 anos, ele colocava a Manor nos pontos pela primeira vez – se for considerada a história do espólio, trata-se do segundo top 10 (o primeiro veio com Jules Bianchi, com Marussia, nono no GP de Mônaco de 2014).

“Foi incrível. Estou muito feliz. Em certo momento, eu estava me sentindo muito abatido, porque tivemos um pouco de azar com a nossa estratégia em relação ao carro de segurança (que entrou após o acidente de Vettel). Eu tinha acabado de parar, então, quando saí depois da minha segunda parada, eu era o último. Não era uma boa sensação, mas nós tivemos que trabalhar com o que tínhamos, que eram os pneus macios até o fim da corrida. Terminar nos pontos a partir da última posição, rodando por mais de 40 voltas com um único jogo de pneus, foi um feito incrível. Isso é muito importante. Não apenas pelo que significa para a nossa posição no campeonato, mas também mostra que fizemos progressos reais. Tem sido um processo passo a passo, e que não tem sido sempre visto pelas pessoas fora da equipe. Mas hoje (domingo) foi um bom dia e realmente uma grande recompensa para todos nós”, comemorou Wehrlein.

Desempenho de Wehrlein em Spielberg foi elogiado por Dave Ryan e por Toto Wolff

Desempenho de Wehrlein em Spielberg foi elogiado por Dave Ryan e por Toto Wolff

Depois da corrida, Pascal foi celebrado pela Manor. O diretor de corridas da escuderia, Dave Ryan, destacou a importância do 10º lugar à Autosport. “Isso demonstra que somos uma equipe séria, profissional. Fomos chamados de todos os tipos de coisas ao longo dos anos, mas estamos aqui para competir e tentar melhorar corrida a corrida, e estamos fazendo isso. Somos uma equipe muito pequena que veio para esta temporada tentando se organizar, e entender o que significa ser uma equipe de ponta. Estamos chegando lá. Temos um longo caminho a percorrer, mas estamos chegando lá”, afirmou. O desempenho de Wehrlein também foi elogiado por Toto Wolff, chefe da Mercedes e um de seus grandes entusiastas. “Pela primeira vez na F1, ele (Pascal) mostrou que é um piloto muito especial. Esta é a primeira pista em que Pascal já havia corrido anteriormente, e esse efeito não deve ser subestimado”, observou.

Em Spielberg, Wehrlein obteve seu 1º ponto na F1; foi, também, o 1º ponto da Manor na categoria

Em Spielberg, Wehrlein obteve seu 1º ponto na F1; foi, também, o 1º ponto da Manor na categoria

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Sobre contosdaf1

Desde 1981, um amante de automobilismo. E veio desde o registro, quando no cartório seu pai foi questionado se queria colocar o nome "Willians" no garoto. "Esse é o nome de uma escuderia. Pode dar problema para ele no futuro", disse a escrivã. Hoje em dia, a equipe Williams voltou a se destacar, enquanto o menino segue o destino. Jornalista, nascido em Santos, cobriu os GPs do Brasil de 2005 a 2009 em Interlagos pelo jornal A Tribuna. Acompanha a Fórmula 1 religiosamente desde 1986. Pretende fazer isso até seus últimos dias. Afinal, o faz desde o primeiro.
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