Mônaco-1972: Jean-Pierre Beltoise, o São Pedro do Principado

Jean-Pierre Beltoise (BRM) ignorou a chuva e voou rumo à vitória no GP de Mônaco de 1972: único triunfo do francês na F1

Jean-Pierre Beltoise (BRM) ignorou a chuva e voou rumo à vitória no GP de Mônaco de 1972

Se São Pedro tivesse um representante nas pistas, este atenderia pelo nome de Jean-Pierre Beltoise. Em 14 de maio de 1972, o francês literalmente “abriu as portas do céu e fez chover” durante o GP de Mônaco daquele ano. Dos 25 pilotos participantes da etapa monegasca, apenas Beltoise se sentiu à vontade na pista molhada. De forma instintiva, ele ignorou os obstáculos e conduziu ferozmente seu BRM. Naquelas condições adversas, não havia ninguém melhor do que Jean-Pierre. Quanto mais corria, mais o francês se impunha diante dos adversários. No cockpit do carro 17, o francês personificava a essência da velocidade. No fim, obteve um triunfo absoluto nas ruas do Principado. Era o auge da carreira de Beltoise na Fórmula 1. E essa façanha ganhou contornos épicos em razão da contundente performance do piloto, então com 35 anos.

A incrível conquista do GP de Mônaco de 1972 nunca foi repetida – nem por Jean-Pierre, que viu em Mônaco-1972 sua única vitória; e tampouco pela escuderia britânica, que alcançou ali seu 17º e derradeiro triunfo na categoria máxima do automobilismo. Diante disso, se tornou um marco na vida do piloto. Nascido em 27 de abril de 1937, na cidade francesa de Boulogne-Billancourt, Jean-Pierre Maurice Georges Beltoise serviu as forças armadas de seu país na Argélia. Na volta, se dedicou à paixão pela velocidade. Beltoise foi um bem-sucedido motociclista, conquistando um total de 11 títulos franceses entre 1961 e 1964 – somadas as categorias 50cc, 125cc e 250cc -, chegando a competir, inclusive, no GP da França de Motovelocidade durante esse período.

Bem-sucedido no motociclismo, Beltoise decidiu migrar para o automobilismo em 1965: parceria com a Matra

Bem-sucedido nas motos, Beltoise migrou para o automobilismo em 1965: parceria com a Matra

Além das motos, Jean-Pierre eventualmente se aventurava em provas automobilísticas. Em 1963, disputou pela primeira vez  as tradicionais 24 Horas de Le Mans. Porém, foi em 1965 que tomou a decisão mais importante de sua trajetória: largou as motocicletas e partiu para os bólidos. Incentivado pela Matra, uma escuderia francesa de automobilismo, tornou-se o primeiro campeão francês de Fórmula 3. Em 1966, passou a disputar provas de F3 e da Fórmula 2. Naquele ano, participou de seu primeiro evento na Fórmula 1: no GP da Alemanha, em Nurburgring, Beltoise terminou em oitavo. Porém, seu resultado não foi computado, uma vez que utilizava um Matra da F2.

Em 1967, o francês competiu com sucesso em categorias como a F2 e a Fórmula 3 Argentina. Ao mesmo tempo, conduziu a Matra à sua primeira aparição na F1. Beltoise estreou oficialmente no GP dos Estados Unidos daquele ano, em Watkins Glen. Terminou em sétimo – mesmo resultado obtido na prova seguinte, no GP do México, na Cidade do México. Em 1968, Jean-Pierre não só assegurou o título europeu da F2 como disputou sua primeira temporada completa na F1. Como companheiro na Matra, tinha Jackie Stewart. Em 12 GPs, o francês obteve 11 pontos, ficando em nono no Mundial. Destaque para o segundo lugar no GP da Holanda, em Zandvoort – o primeiro pódio da carreira de Beltoise. Stewart, por sua vez, foi vice-campeão. Porém, o escocês correu com o motor Ford V8, enquanto Jean-Pierre ficou responsável pelo desenvolvimento do propulsor Matra V12.

Coube a Jean-Pierre desenvolver o 'monstruoso' motor V12 da Matra em 1968

Coube a Jean-Pierre desenvolver o ‘monstruoso’ motor V12 da Matra em 1968: equívoco do time

Em 1969, a Matra decidiu disputar o Mundial com motores Ford. A opção foi fundamental para que Stewart conquistasse seu primeiro título. Já Beltoise ficou com o quinto lugar no Mundial, ajudando a escuderia francesa a assegurar seu único troféu entre os Construtores. Jean-Pierre somou 21 pontos, com destaque para o segundo lugar no GP da França, em Clermont-Ferrand, e os terceiros lugares nos GPs da Espanha, em Jarama, e da Itália, em Monza. Com a saída de Stewart da Matra, Beltoise assumiu a condição de primeiro piloto da equipe na temporada de 1970. Todavia, o time resolveu retomar o projeto do motor V12, o que se mostraria um erro – o francês ficou em nono no Mundial, com 16 pontos, obtendo dois terceiros lugares, nos GPs da Bélgica, em Spa-Francorchamps, e da Itália, em Monza.

A temporada de 1971 era aguardada com ansiedade por Beltoise, que tinha a expectativa de liderar a Matra no reencontro com as vitórias na F1. Porém, logo em 10 de janeiro, o ano do francês sofreria um brutal golpe. Nas Mil Milhas de Buenos Aires (Argentina), Jean-Pierre guiava um protótipo da Matra quando o bólido parou na pista, com pane seca. Ao invés de largá-lo por ali, o piloto tratou de empurrar o carro em direção aos boxes. Foi um erro colossal e trágico: a Ferrari de Ignazio Giunti atingiu em cheio o Matra de Beltoise. O bólido do italiano explodiu, e Giunti morreu logo depois do resgate. O meio automobilístico se virou contra o francês, que teve sua licença de pilotagem cassada pela FIA.

Beltoise empurra seu Matra nas Mil Milhas de Buenos Aires de 1971: erro que custou a vida de Ignazio Giunti

Beltoise empurra seu Matra nas Mil Milhas de Buenos Aires de 1971: erro custou a vida de Giunti

Jean-Pierre não disputou quatro provas do calendário de 1971 da categoria máxima do automobilismo, e finalizou o ano com apenas um ponto, fruto do sexto lugar no GP da Espanha, em Monjuich. Para piorar a sensação de frustração, Beltoise viu seu cunhado François Cévert acabar com um jejum de 13 anos sem vitórias da França na Fórmula 1. No GP dos Estados Unidos de 1971, em Watkins Glen, o piloto da Tyrrell obteve um incontestável triunfo – o primeiro desde Maurice Trintignant, no GP de Mônaco de 1958. Foi a terceira vez que a bandeira francesa subiu no topo do pódio na categoria – Trintignant também havia vencido o GP de Mônaco de 1955. Jean-Pierre queria ter tido a honra de suceder Maurice e dar fim ao tabu, mas teve que se consolar em ver um “inimigo íntimo” alcançar a primazia.

Diante dos diversos problemas, Beltoise decidiu mudar de ares em 1972. Em seu sexto ano na Fórmula 1, o francês se via em uma outra escuderia que não a Matra. Jean-Pierre deixou o time francês e se transferiu para a britânica BRM. A equipe vinha numa boa fase na temporada anterior, tendo conquistado duas vitórias – com Jo Siffert, no GP da Áustria, em Zeltweg, e com Peter Gethin, no GP da Itália, em Monza. Para aquele ano, o time contaria com o patrocínio da Marlboro. Com dinheiro e boa perspectiva, Beltoise encarou o desafio de defender a tradicional escuderia, campeã mundial de Construtores em 1962. Após não correr no GP da Argentina, em Buenos Aires, o francês abandonou em suas duas primeiras corridas pela BRM – nos GPs da África do Sul, em Kyalami, e da Espanha, em Jarama.

Após chover no sábado, Beltoise assegurou o 4º lugar no grid com os tempos de sexta

Com a chuva no sábado, Beltoise ficou com o 4º lugar no grid do GP de Mônaco

Beltoise tinha um objetivo na etapa monegasca: pontuar pela primeira vez no cockpit da equipe britânica. Nos treinos de quinta para o GP de Mônaco, o francês notou potencial em seu bólido. Mas foi na sexta que Jean-Pierre se destacou, ao anotar o quarto melhor tempo do dia, com 1m22s5. Beltoise só foi superado por Emerson Fittipaldi (Lotus), o mais veloz da sessão com 1m21s4, pelos companheiros de Ferrari, Jacky Ickx (1m21s6) e Clay Regazzoni (1m21s9). Com a chuva que caiu sobre o Principado no sábado, as marcas obtidas na sexta-feira formariam o grid para a etapa monegasca. Assim, Fittipaldi alcançava sua primeira pole na F1, e teria a companhia de Ickx na primeira fila. Por sua vez, Jean-Pierre sairia ao lado de Regazzoni na segunda. Seria a primeira vez que o GP de Mônaco teria apenas dois carros por fila em seu grid – antes, era no formato “3-2-3-2”.

Logo na largada, Beltoise ignorou Fittipaldi, Ickx e Regazzoni e saltou para a ponta

Logo na largada em Mônaco, Beltoise ignorou Fittipaldi, Ickx e Regazzoni e saltou para a liderança

A corrida

Assim como no dia anterior, o domingo amanheceu nebuloso no Principado. Momentos antes da largada do GP de Mônaco de 1972, a chuva se fez presente com intensidade. A pista molhada tumultuou o ambiente nas equipes, que colocaram compostos adequados para essas condições. Calçando pneus Firestone, Beltoise alinhou seu BRM no quarto lugar. O francês estava ciente de que Jacky Ickx (Ferrari), segundo no grid e alcunhado de “O Rei da Chuva” – por suas memoráveis atuações sob piso encharcado -, despontava como favorito à vitória. Entretanto, Jean-Pierre estava pronto para fazer história. Quando a largada foi dada, o BRM do francês saiu em disparada. Beltoise ignorou Clay Regazzoni (Ferrari), Emerson Fittipaldi (Lotus) e Ickx, assumindo a ponta já na freada da curva Saint Devote – a primeira do circuito monegasco.

Jean-Pierre completou a volta 1 numa sólida liderança. Atrás dele, vieram Regazzoni, Fittipaldi e Ickx. Na volta 2, o francês já colocava três segundos de vantagem sobre o suíço da Ferrari. Na passagem seguinte, a diferença subiu para espantosos cinco segundos. Na volta 5, Regazzoni e Fittipaldi se enrolavam na chicane do Porto e passavam direto. Com isso, Ickx assumiu o segundo lugar, seguido por Clay e Emerson – que conseguiram retornar ao traçado. Porém, Jacky estava a 12 segundos de Beltoise na volta 6. Na volta 8, o francês da BRM se deparou com o primeiro retardatário: o jovem Niki Lauda (March) foi suplantado sem dificuldades pelo líder. O ritmo de Jean-Pierre era tão alucinante que, logo na volta 9, anotou a melhor volta da corrida, com 1m40s0.

Jean-Pierre abriu boa vantagem logo no início: preocupação era com os retardatários

Jean-Pierre abriu boa vantagem logo no início: preocupação era com os retardatários

Após 10 voltas, Beltoise liderava com 13 segundos de vantagem sobre Ickx, 20 sobre Regazzoni e 25 sobre Fittipaldi. Na volta 18, Emerson escapou na Saint Devote, caindo para sexto. Com isso, Peter Gethin (BRM) assumiu o quarto lugar, e Jackie Stewart (Tyrrell), o quinto. Na 20, Jean-Pierre preservava 12s7 de vantagem sobre Ickx. Jacky andava no ritmo do líder, mas não conseguia descontar – mesmo com o francês da BRM encarando retardatários. Regazzoni vinha em terceiro, a 31 segundos de Beltoise. Naquela passagem, Stewart superou Gethin e ocupava o quarto lugar, a 54 segundos do líder.

Jean-Pierre começou a perder vantagem na volta 24, quando se deparou com Tim Schenken (Surtees), então nono colocado. O australiano não permitiu que o francês o superasse, fazendo com que Beltoise perdesse três segundos de vantagem em relação a Ickx. Na volta 27, após muito gesticular, o piloto da BRM colocou seu bólido por fora no cotovelo da Loews e superou Schenken. Jacky também enfrentou dificuldades com os carros mais lentos. Na volta 30, a vantagem do francês para o belga era de 11 segundos. Na volta 33, Stewart ultrapassou Regazzoni, assumindo o terceiro lugar. O escocês da Tyrrell era, naquele momento, o piloto mais rápido da pista. Na volta 35, Beltoise colocava 18 segundos sobre Ickx, que, por sua vez, estava 15 segundos à frente de Stewart.

Emerson Fittipaldi (Lotus) recebe bronca de Beltoise: francês deu uma volta no brasileiro

Emerson Fittipaldi (Lotus) recebe bronca de Beltoise (ao fundo): francês deu uma volta no brasileiro

O desempenho de Jean-Pierre na chuva era magistral. Quanto mais a pista ficava molhada, mais ele acelerava. Na volta 37, o francês aplicava uma volta sobre Fittipaldi, o quinto no Principado. Assim, apenas quatro pilotos andavam na mesma volta: Beltoise, Ickx, Stewart e Regazzoni. Na volta 40, metade da corrida, o piloto da BRM tinha 20 segundos de vantagem sobre o belga da Ferrari; 33 segundos, sobre o escocês da Tyrrell; e mais de um minuto sobre o suíço da Ferrari. Jean-Pierre estava em estado de graça. Entretanto, havia a outra metade da prova para tornar realidade um velho sonho. Logo na volta 42, quase Ronnie Peterson (March) colocou tudo a perder: retardatário, o sueco fechou o líder na curva do Gasômetro (atual Rascasse), e os dois acabaram se tocando. Por sorte, os carros não ficaram avariados.

Na ânsia de tirar Ickx do segundo lugar, na volta 44, Stewart errou na curva Mirabeau, e acabou perdendo a terceira posição para Regazzoni. Alheio a isso, Jean-Pierre colocava 20s de vantagem sobre Jacky. Na volta 48, Howden Ganley (BRM) e Mike Hailwood (Surtees) se chocaram na Mirabeau. A batida fez com que o neozelandês ficasse no guard-rail, enquanto o britânico carregou seu carro para os boxes. O porém é que o Surtees de Hailwood estava com o tanque de combustível rompido, fazendo com que o óleo se espalhasse pelo circuito. A combinação “água e óleo” tornou a pista ainda mais perigosa. A primeira vítima foi Regazzoni, que escapou na curva do Gasômetro e abandonou a prova na volta 52. Com o suíço fora, Fittipaldi recuperou o quarto lugar.

Quanto mais chovia, mais Beltoise acelerava: piloto da BRM esteve irresistível no Principado

Quanto mais chovia, mais Beltoise acelerava: piloto da BRM esteve irresistível no Principado

Na volta 59, Henri Pescarolo (March) repetiu Regazzoni: derrapou na curva do Gasômetro e parou no guard-rail. Pescarolo escapou da pista bem à frente de Beltoise. Apesar do susto, o Jean-Pierre seguiu confortável na liderança, com 16s9 de vantagem sobre Ickx. A diferença do francês sobre Jacky voltou a aumentar após o ferrarista se deparar com retardatários. Na volta 65, 22 segundos separavam os dois primeiros colocados. Na volta 67, Beltoise aplicou uma volta em Stewart. O escocês tirou o pé após notar problema de potência com o motor Ford da Tyrrell. Com o rival em apuros, Fittipaldi passou a tirar diferença em relação a Jackie.

A 10 voltas do fim, Beltoise se viu com 34 segundos de vantagem sobre Ickx. Porém, um grupo de quatro retardatários, formado por Andrea de Adamich (Surtees), Helmut Marko (BRM), Wilson Fittipaldi Junior (Brabham) e Rolf Stommelen (Eifeland March), travava uma brava disputa à sua frente. Isso fez com que Jean-Pierre perdesse terreno. Em quatro voltas, a diferença entre ele e Ickx caiu para 18 segundos. Contudo, quando Beltoise se livrou do quarteto, Jacky se viu atrás de Peterson, impedindo qualquer possibilidade de aproximação. Atrás dos dois, Fittipaldi superava Stewart, assumindo o terceiro lugar na volta 76. Todavia, o brasileiro estava com uma volta de desvantagem para Beltoise e Ickx.

Apenas Jacky Ickx (Ferrari), o

Apenas Jacky Ickx (Ferrari) não levou volta de Beltoise: show na chuva rendeu vitória inédita

Apesar da insistência do belga, desta vez não tinha jeito: Beltoise fez de tudo para vencer. Após 2h26m54s7, o francês recebeu a bandeira quadriculada como vencedor do GP de Mônaco de 1972. Ickx ficou em segundo, a 38s2 do piloto da BRM. Fittipaldi completou o pódio, e assumiu pela primeira vez a liderança do Mundial em sua carreira. Porém, a festa foi toda de Beltoise. Naquele dia, São Pedro o fez se tornar um gigante das pistas. Segundo a edição de 15 de maio de 1972 da Folha de S. Paulo, “Beltoise correu como um verdadeiro campeão, chegando a colocar duas voltas de vantagem sobre os últimos colocados ainda na metade da corrida. Controlou muito bem seu BRM, que dançava nas ruas molhadas, e obteve ultrapassagens perfeitas na Curva do Gasômetro e logo após a saída do túnel”, observou a reportagem.

No pódio, Beltoise celebrou a quarta vitória francesa na categoria. Mas a impressionante conquista seria a única da trajetória de Jean-Pierre. Depois de Mônaco-1972, sua carreira voltou ao ostracismo: os nove pontos do triunfo histórico foram os únicos do francês naquela temporada. A partir daí, a BRM entrou em franca decadência na F1. Nos dois anos seguintes, Beltoise acumulou insucessos. Em 1974, anotou os últimos pontos da tradicional escuderia. Ao fim daquela temporada, aos 37 anos, decidiu se retirar da categoria máxima do automobilismo. Em 5 de janeiro de 2015, Jean-Pierre não resistiu a um AVC, vindo a falecer aos 77 anos. Porém, deixou uma marca: a de uma acachapante vitória, repleta de simbologia.

Beltoise recebe o troféu das mãos do príncipe Rainier: vitória em Mônaco-1972 foi a única do francês

Beltoise recebe o troféu das mãos do príncipe Rainier: triunfo em Mônaco-1972 foi o único do francês

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Sobre contosdaf1

Desde 1981, um amante de automobilismo. E veio desde o registro, quando no cartório seu pai foi questionado se queria colocar o nome "Willians" no garoto. "Esse é o nome de uma escuderia. Pode dar problema para ele no futuro", disse a escrivã. Hoje em dia, a equipe Williams voltou a se destacar, enquanto o menino segue o destino. Jornalista, nascido em Santos, cobriu os GPs do Brasil de 2005 a 2009 em Interlagos pelo jornal A Tribuna. Acompanha a Fórmula 1 religiosamente desde 1986. Pretende fazer isso até seus últimos dias. Afinal, o faz desde o primeiro.
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Uma resposta a Mônaco-1972: Jean-Pierre Beltoise, o São Pedro do Principado

  1. Fantástico o texto! Que corrida! Estou louco para assistir essa corrida completa! Parabéns Douglas!

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